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VR: Vigilância Sanitária intensifica fiscalização após casos de bebidas adulteradas

  • Foto do escritor: Lucas Brandão
    Lucas Brandão
  • 3 de out. de 2025
  • 3 min de leitura

Fiscais inutilizaram 102 litros de aguardente clandestina durante ação que percorreu 18 estabelecimentos nessa quinta-feira (2)


Vigilância Sanitária
Foram fiscalizados 18 estabelecimentos comerciais - Foto: Divulgação/Vigilância Sanitária

Em virtude das intoxicações por metanol causadas pelo consumo de bebidas adulteradas, que foram confirmadas em São Paulo e há suspeitas também em Pernambuco, a Vigilância Sanitária de Volta Redonda, ligada à Secretaria Municipal de Saúde (SMS), intensificou as vistorias em bares, restaurantes, boates e depósitos de bebidas da cidade. O objetivo é conferir a qualidade dos produtos e sua procedência, além de orientar quanto às precauções a serem tomadas.


Uma das ações foi realizada nessa quinta-feira (2), na qual foram fiscalizados 18 estabelecimentos comerciais – entre depósitos de bebidas, bares e minimercados –, e os fiscais encontraram e inutilizaram 102 litros de aguardente clandestino, sem registro no Ministério da Agricultura e Pecuária.


O coordenador da Vigilância Sanitária, Carlos Amaro Chicarino de Carvalho, afirmou que a intensificação das inspeções permanecerá até que o risco sanitário seja controlado.


“É importante ressaltar que, até o momento, as suspeitas de adulterações aconteceram nas bebidas destiladas, como gin, vodka e whisky; entretanto, os especialistas alertam que o bicombustível (metanol) pode ser utilizado para adulterar também cerveja e vinho”, afirmou o coordenador.


A Vigilância Sanitária também divulgou uma série de medidas para reduzir os riscos de intoxicação com bebida alcoólica.


Para os consumidores, as recomendações são:


– Adquirir bebidas apenas de estabelecimentos legalizados;


– Desconfiar de preço muito abaixo do praticado no mercado;


– Verificar se o líquido contém partículas ou impurezas, que podem ser indicativos de contaminação;


– Conferir se o lacre está intacto; lacre rompido ou torto são pontos de atenção;


– Desconfiar de rótulos mal aplicados, com erros de ortografia ou informações borradas, que podem indicar falsificação;


– Procurar o registro do Ministério da Agricultura e Pecuária na embalagem;


– Em destilados, conferir o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que geralmente é colocado próximo à tampa; se estiver ausente, pode indicar que a bebida não passou pela fiscalização brasileira;


– Ao adquirir bebidas alcoólicas para comercialização, os estabelecimentos devem exigir a nota fiscal de seus fornecedores, garantindo a procedência e a rastreabilidade das bebidas;


– Comprar bebidas de marcas conhecidas, com rótulo adequado e lacre de segurança;


– Evitar o consumo de bebidas de origem duvidosa, vendidas a granel ou sem identificação;


Para os estabelecimentos comerciais, a Vigilância Sanitária orienta que é necessário reforçar a checagem da procedência das bebidas alcoólicas e adotar medidas de segurança:


– Redobrar a atenção na compra de bebidas, adquirindo somente de fornecedores legalizados;


– Conferir a procedência e garantir a compra segura de bebidas;


– Procurar o registro do Ministério da Agricultura e Pecuária na embalagem;


– Em destilados, confira o selo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que geralmente é colocado próximo à tampa; se estiver ausente, pode indicar que a bebida não passou pela fiscalização brasileira;


– Reforçar a rastreabilidade e guardar notas fiscais para comprovar a procedência dos produtos;


– Interromper imediatamente a venda de produtos suspeitos;


– Preservar garrafas, caixas, rolhas e rótulos como evidência;


– Alguns pontos podem ser verificados: preços anormalmente baixos, lacres tortos ou impressão grosseira em embalagens devem acender o alerta. O controle interno e a atenção a sinais de adulteração são fundamentais para reduzir riscos de contaminação e proteger os clientes.


Em caso de dúvidas, o cidadão ou proprietário de estabelecimento comercial pode entrar em contato com a Vigilância Sanitária pelo telefone (24) 3512-9691.

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